Questão 1: Diagrama de Lexis

Item a

O diagrama de Lexis para os dados de nascidos vivos de 2000 a 2020 do Acre (SINASC) e de óbitos menores de 5 anos (idades simples) para o mesmo período segundo ano de nascimento é exposto a seguir:

Item b

Supondo população fechada (inexistência de migração), foi calculada a probabilidade de um recém-nascido na UF ou território de escolha sobreviver à idade exata 5 para as coortes de 2000 a 2015.

Foram observados 6.260 indivíduos nascidos vivos e posteriormente falecidos no intervalo de 2000 a 2015, enquanto registra-se 265.743 indivíduos nascidos no mesmo intervalo. Logo a probabilidade de sobrevivência é:

\[P(\text{recém-nascido sobreviver à idade exata 5})_{2000-2015} = 1 - \frac{6.260}{265.743} = 0.97\]


Item c

Considerando o mesmo pressuposto, a probabilidade de sobrevivência ao primeiro aniversário dos recém-nascidos no período de 2000 a 2019. é calculada a seguir.

Foram observados 5.190 óbitos em menores de 1 ano no intervalo de 2000 a 2019, enquanto registra-se 330.697 nascimentos no mesmo intervalo. Logo, a probabilidade de sobrevivência ao primeiro aniversário foi é:

\[P(\text{sobrevivência ao primeiro aniversário})_{2000-2019} = 1 - \frac{5.190}{330.697} = 0.98\]


Item d

Os bancos de dados utilizados para a elaboração das questões estavam, em sua marioria, completos em relação às variáveis utilizadas, não sendo comum encontrar valores em branco.

Porém, não há como se ter certeza se os dados trabalhados refletem a totalidade dos casos de nascimentos e mortes ocorridos, visto que pode haver fuga de registro. Além disso, foram observados alguns valores impossíveis (ex: nascido em 2000 com 70 anos de idade), porém foram poucos e o que é de se esperar em grandes bancos de dados.



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Questão 2: Natalidade/Fecundidade

Item a

Com base nos dados do SINASC, para os anos de 2018 a 2020 e na população por sexo e idade estimada - ou seja, projetando o ano de 2019 - foram construídos os seguintes indicadores para o estado do Acre



As taxas específicas de fecundidade para os diferentes grupos etários foram calculadas somando-se o número de nascidos vivos de mães entre certas idades por meio dos dados do SINASC de cada ano. Após isso dividimos esse número pela estimativa do IBGE da população feminina entre certas idades. As taxas encontradas são expostas nas tabelas a seguir:


TEF 2018
A tabela a seguir diz respeito às taxas específicas de fecundidade calculadas para o ano de 2018. Já na tabela é nítido que o maior número será entre as idades de 15 e 19 anos. O gráfico na próxima aba deixa essa observação mais evidente ainda.
Gráfico TEF18

Aqui temos as taxas cacluladas de 2018 de uma perspectiva gráfica. No eixo x estão as taxas calculadas para cada faixa etária e no eixo y estão as faixas etárias.

TEF 2019
Já essa tabela a seguir diz respeito às taxas específicas de fecundidade calculadas para o ano de 2019. Aqui também temos a mesma situação na qual o maior número será entre as idades de 15 e 19 anos. O gráfico na próxima aba pode exemplificar de forma mais visual.
Gráfico TEF19

Aqui temos as taxas cacluladas de 2019 de uma perspectiva gráfica. No eixo x estão as taxas calculadas para cada faixa etária e no eixo y estão as faixas etárias.

TEF 2020
E nessa tabela a seguir estão as taxas específicas de fecundidade calculadas para o ano de 2020. Mais uma vez se apresenta a mesma situação na qual o maior número será entre as idades de 15 e 19 anos. O gráfico correspondente a essa tabela está na próxima aba. Esse fato do ápice se encontrar em faixas etárias tão precoces será uma discussão mais tarde. Além disso algo a ser comentado é o fato de que a taxa está em queda, todo ano apresenta uma pequena queda com relação ao ano anterior, fato que também será discutido maia a frente.
Gráfico TEF20

Aqui temos as taxas cacluladas de 2020 de uma perspectiva gráfica. No eixo x estão as taxas calculadas para cada faixa etária e no eixo y estão as faixas etárias.


Além disso, as taxas específicas de fecundidade feminina, mostradas a seguir, relaciona o número de nascidos vivos femininos de mães de uma determinada idade ou grupo etário. Isso faz com que o número seja mais real e mais aproximado, tendo em vista que reduz o número considerado para apenas aqueles que realmente serão um grupo de risco e que podem gerar vida. A forma de calcular é muito parecida com a de calcular a taxa específica sem ser feminina, contudo a mudança ocorre no número de nascidos, sendo considerados apenas os nascimentos femininos.


#### {.tabset}

TEF feminina 2018
TEF feminina 2019
TEF feminina 2020


Item b

A seguir são expostas as taxas de fecundidade total e bruta de natalidade para os anos de 2018 e 2019 obtidas para o Acre, pelo RIPSA (Rede Interagencial de Informações Para a Saúde) e pelo GBD (Global Burden of Disease). Os dados comparados foram os que puderam ser encontrados.

Assim como será vista ao longo do trabalho, as taxas que foram calculadas se mostraram bem menores que as estimadas pelos dois outros estudos.



A seguir temos uma comparação entre as taxas de fecundidade específicas calculadas para este trabalho e as do RIPSA e do GBD.

EXPLICAR O QUE É CADA TABELA, REFLETIR PQ VALE A PENA MANTER TODAS ELAS, SE VALE A PENA MANTER TODAS AS VARIÁVEIS, SE É POSSÍVEL COLAPSAR VARIAS EM UMA, ETC #### {.tabset}

RIPSA
Tabela encontrada das taxas de fecundidade específicas para o Acre do RIPSA 2010.


GBD 2018

Tabela com as estimativas das taxas de fecundidade específicas do Acre no ano de 2018 pelo GBD. E as tabelas do GBD (essa e a próxima), como são estimativas, apresentam um intervalo superior (upper) e um inferior (lower)

TEF_2018
GBD 2019
Tabela com as estimativas das taxas de fecundidade específicas do Acre no ano de 2019 pelo GBD.


SINASC 2018
Tabela com as estimativas das taxas de fecundidade específicas do Acre no ano de 2018 pelo cálculo com o SINASC.
SINASC 2019
Tabela com as estimativas das taxas de fecundidade específicas do Acre no ano de 2019 pelo cálculo com o SINASC.
SINASC 2020
Tabela com as estimativas das taxas de fecundidade específicas do Acre no ano de 2020 pelo cálculo com o SINASC.


Indicador de reprodução

Tendo em vista a falta de razão de sexo ao nascimento no RIPSA, utilizou-se o denominador \(2,05\), derivado da soma \(1+1,05\), onde assume-se que nascem mais homens que mulheres para a razao de sexo ao nascimento.

Seguindo o cálculo da TBR através da TFT:

\[TBR = \frac{TFT}{\text{1 + Razão de sexo ao nascimento}} = \frac{2.81}{2.05} = 1,37\] chegamos no número de \(1,37\).


Item c

Em seguida, é analisada a possível associação entre as seguintes variáveis, ainda utilizando dados médios de três anos centrados em 2019, iniciando por uma análise descritiva e, por fim, recorrendo a medidas de associação:

  • Idade e escolaridade da mãe;
  • Tipo de parto e escolaridade da mãe

As visualizações nas abas a seguir permitem avaliar graficamente tanto a distribuição etária das mães registradas no SINASC para o estado do Acre quanto seus níveis de escolaridade - estes divididos em: Nenhuma, 1 a 3 anos, 4 a 7 anos, 8 a 11 anos e 12 ou mais anos de educação formal.

Descrições são fornecidas em cada aba.


Faixas etárias

Na aba Faixas etárias consta a distribuição dessas mulheres de acordo com suas faixas etárias. Para tratamento dos dados, idades extremas como 8 e 60 ou mais anos foram removidos do banco. Ainda assim, é possível observar mais de 5000 crianças que foram mães no estado, entre 10 e 14 anos. O número de mães aumenta entre as adolescentes, 15 a 19 anos de idade, há em torno de 85 mil registros, culminando em torno de 98 mil registros para as jovens adultas. Para as faixas etárias a seguir a quantidade de mães decrescer, chegando a 703 registros para mulheres com mais de 703 anos.



Escolaridades

A distribuição da escolaridade das mães tem início nada modesto com em torno de 31 mil registros sob nenhum grau de escolaridade. A maior parte dessas mulheres tem entre 4 a 11 anos de escolaridade e uma minoria, quase equivalente àquelas que não possuem histórico de educação formal, possue 12 ou mais anos de educação



Faixas etárias por escolaridades

Aqui é possível visualizar, de forma agregada, a distribuição das idades das mães, categorizadas por escolaridade. Enquanto os extremos de escolaridade demonstram uma distribuição mais achatada, os grupos centrais de escolaridade apresentam assimetria à direita, se concentrando em faixas etárias mais jovens.

Este gráfico é interativo, então é possível selecionar, pela legenda, as faixas etárias que se deseja visualizar. Além disso é exposto o valor do ponto no gráfico ao se passar o cursor.



Idades por escolaridade

Por último, pode-se observar o mesmo que a aba anterior, mas de forma desagregada. Neste caso, a linha pontilhada vermelha representa a mediana da distribuição. É notório e consoante com a mesma tendência observada em outras populações que a idade em que as pessoas com alto grau de escolaridade se tornam mães tende a ser mais avançada.



É possível supor, portanto, que há alguma relação entre a idade e a escolaridade da mãe. No entanto, a análise descritiva já indique que não deve se tratar de uma relação linear. Uma tentativa de se computar um coeficiente de correlação utilizando método Spearman para dados não paramétricos corrobora essa hipótese, resultando em um valor próximo a -0.8.

Complementarmente realiza-se teste de Kruskal-Wallis, obtendo-se estatística \(\chi^2\) muito elevada e p-valor próximo a zero, mesmo agregando-se as categorias extremas com pouca frequencia. Cabe notar a suscetibilidade de um teste de hipóteses e suas estatísticas de teste para amostras, neste caso população, de tamanho grande.

Quanto aos partos, avaliamos as proporções de tipos de parto que ocorrem em cada grupo de escolaridade:


Parto Nenhuma 1 a 3 anos 4 a 7 anos 8 a 11 anos 12 ou mais
Vaginal 0.87 0.8 0.72 0.59 0.39
Cesáreo 0.13 0.2 0.28 0.41 0.61
Fonte: Ministério da Saúde - SIM


Para visualizar melhor esses dados, o gráfico abaixo contém as mesmas proporções para cada categoria de parto, com os graus de escolaridade ordenados. Com base nessas proporções é possível supor que, de acordo com o que se afirma sobre o Brasil, no Acre também aumenta a proporção de partos cesários na medida em que se observa mulheres com mais anos de educação.



Enquanto o mesmo se aplica a uma estatística \(\chi^2\) calculada para se verificar uma possível associação – isto é, alta estatística e susceptibilidade a altas frequências – é possível discretizar a variável nível de escolaridade. Neste caso, é possível calcular um coeficiente de correlação entre a proporção de cada tipo de parto covariando com a escolaridade da mãe. Neste caso, o cálculo foi feito para apenas uma das categorias visto a outra refletiria o coeficiente oposto e a escolaridade foi transformada para variar de 0 a 4. O coeficiente de correlação obtido pelo método Pearson foi de \(\rho = 0.97\) e \(\rho = 1\) para o método Spearman, no caso dos partos cesáreos, o que indica alta correlação.


Item d

A primeira coisa a ser comentada é o fato de que ano a ano as taxas de natalidade e fecundidade vão diminuindo. Segundo o artigo “Transição demográfica: a experiência brasileira”, a queda dessas taxas indica que o Acre está passando pelo processo de transição demográfica, tendo em vista que esse processo não foi se desenvolvendo homogeneamente pelo território brasileiro. Existem muitos fatores que podem ter influenciado essa queda brusca dos indicadores de natalidade e fecundidade - como é visto no artigo “A demografia brasileira e o declínio da fecundidade no Brasil: contribuições, equívocos e silêncios”, mas um fato bem pontuado em praticamente todos os estudiosos do assunto é o de que o perfil das pessoas de baixa renda mudou. Alguns atribuem essa mudança a altas cargas de trabalho, outros a uma exaustão e cansaço, e outros a um nível maior de educação sexual e de educação no geral, mas todo giram em torno da mudança da rotina dessa “classe trabalhadora”.

Outra coisa que seria de interesse pontuar seriam as taxas específicas de fecundidade. Ao passo que uma transição demográfica mostraria que a idade prevalente das pessoas que estão engravidando e dando à luz, vemos que as taxas calculadas mostram que há uma maior quantidade de mães no Acre de 15 a 19 anos. Essa gravidez precoce pode estar relacionado com o fato de que o Acre é uma unidade federativa com uma dos menores IDH’s(20º de 26), isso mostraria que a população não tem um bom acesso a uma educação de qualidade e muito menos a uma educação sexual de qualidade, isso é mais discutido no artigo “Gravidez na adolescência, iniciação sexual e gênero: perspectivas em disputa”.

As discrepâncias que ocorreram entre os indicadores do RIPSA e do GBD podem ser devidas ao fato de que primeiro o GBD era uma estimativa para os indicadores estudados, contudo, existe uma transição demográfica e da fecundidade ocorrendo no local de forma extremamente rápida e constante, o que pode não ter sido avaliado pelo estudos. Já o RIPSA foi calculado pela última vez em 2010, ano com uma realidade muito diferente da que vivemos agora. A comparação com o RIPSA nos trás à tona o fato de que realmente essas taxas todas estão diminuindo cada vez mais.



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Questão 3: Mortalidade

Item a

Com base nos dados sobre os óbitos do SIM1 para 2018 a 2020 e a população por sexo e idade estimada pelo IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, são calculados a Taxa Bruta de Mortalidade (TBM) e Taxas específicas de mortalidade por sexo e idade (\(_nM_x\)).


Item b

As taxas de mortalidade infantil, neonatal, neonatal precoce, neonatal tardio, pós neonatal, neonatal perinatal e óbitos fetais foram calculadas utilizando dados do SIM, com média móvel de três anos centrada em 2019.


Dados Infantil Neonatal Neonatal Precoce Neonatal Tardia Pós Neonatal Neonatal Perinatal Obitos Fetais
Acre 2018-2020 15.62 9.21 6.86 2.35 6.18 20.95 3.5
Fonte: Ministério da Saúde - SIM


Item c

Comparação das taxas de mortalidade obtidas com os dados do RIPSA e GBD

Expostas na tabela a seguir (NOME DO TAB), As taxas calculadas pelas pesquisa relacionada à mortalidade de menores de 1 ano do RIPSA apresentam uma certa queda conforme o ano da pesquisa aumenta.

Apesar dessa tendencia, as taxas obtidas A partir dos dados do SIM e DO SINASC são consideravelmente menores que as da últimas pesquisa do RIPSA (Norte 2004) ONDE ESTÁ ISSO?. Isto poderia ser exlicado pelo grande salto na linha do tempo entre as taxas obtidas no item b e a última taxa calculada pelo RIPSA, dando tempo pra essa taxa diminuir bastante. ONDE ESTÁ ISSO?

DAR NOMES MELHORES AOS TITULOS DO TABSET, PARA FACILITAR A REFERENCIA PELO TEXTO

MUITOS RECURSOS FORAM GERADOS E COLOCADOS NO TABSET, MAS NAO HÁ QUALQUER REFERENCIA NO TEXTO SOBRE A QUE SE REFEREM, COMO USAR. ESTÁ DISSOCIADO DO TEXTO. INCLUIR UMA DESCRIÇÃO PARA QUE SEJAM FERRAMENTAS QUE PERTENCEM AO ASSUNTO DO TRABALHO.


Tabela


Dados Infantil Neonatal Neonatal Precoce Neonatal Tardia Pós Neonatal temp tipo
Norte 1991 42.30 22.60 18.10 4.50 21.70 0 RIPSA
Norte 1997 32.20 20.60 16.50 4.10 11.60 1 RIPSA
Norte 2000 28.70 18.70 14.80 3.90 10.10 2 RIPSA
Norte 2004 25.50 16.30 12.80 3.50 8.20 3 RIPSA
Acre 2018-2020 15.62 9.21 6.86 2.35 6.18 4 Demografia 1/2021
Fonte: Ministério da Saúde - SIM


Infantil


Neonatal


Neonatal Precoce


Neonatal Tardia



Pós Neonatal


Item d

A estrutura de mortalidade por causas segundo sexo, de 2015 e 2020, é exposta abaixo em formato de gráfico na primeira aba – expondo simplesmente as tendências – e em formato de tabela dinâmica na segunda aba – possibilitando uma investigação mais detalhada. O agrupamento feito abaixo é realizado de acordo com os capítulos da CID-10, sendo exibidos os mais frequentes.

Inicialmente é possível notar muitas comunalidades, tanto de tendência quanto de ordem, como é o caso de Sintomas e Achados Anormais, Doenças Infecciosas e Parasitárias, Doenças do Aparelho Respiratório e Doenças do Aparelho Circulatório. Em contraste, as principais divergências ocorrem quanto a Causas Externas, predominante na população masculina, e Complicações do Período Perinatal, que ocorre estritamente na população feminina.

No entanto, cabe notar que em 2020 começam a ser diagnosticados os casos de COVID-19, registrados em vermelho no ano de 2020. É possível que o aumento do registro de causas de morte cujos sintomas são semelhantes à doença tenha ocorrido por falta de consenso do código a ser utilizado e do diagnóstico. Cabe ressaltar ainda o cenário social e político que caracterizou o país durante os anos de 2019 a 2021, podendo ser também um contexto que favorece a ação de outras variáveis intervenientes quanto à quantidade de registros de causa mortis COVID-19.

Cabe ainda ressaltar que em todas as causas de morte listadas que poderiam ocorrer para ambos os sexos, ocorre sempre uma maior mortalidade na população masculina. Em especial no ano de 2020, enquanto na população feminina do Acre sequer constam nas maiores causas, mortes por lesões, envenenamentos ou outras causas externas são a quarta maior causa de morte na população masculina.

Por fim, visando investigar as causas de morte desagregadas em termos de CID, a tabela constante na terceira aba à direita foi produzida, também separando a população por sexo e os anos de comparação propostos. Apenas na população masculina aparece Coronavirus como uma das principais causas de morte em 2020. No entando, como já elaborado, outros registros de causa de morte podem ter sido atribuídos, por diversas causas, de maneira enviesada, visto que há CID com características semelhantes à COVID-19.


Gráficos causas de morte


Fonte: Ministério da Saúde - SIMFonte: Ministério da Saúde - SIM

Fonte: Ministério da Saúde - SIM

Tabela causas de morte
Tabela causas de morte por CID



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  1. Sistema de Informações sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde↩︎